sexta-feira, junho 01, 2007

Rio Ave defende os seus direitos perante a rescisão do Nacional com Zé Rui

Artigo publicado pelo Jornal Record

O facto de o Nacional da Madeira ter rescindido contrato com Zé Rui, sem disso ter informado o RioAve, pode causar um novo litígio entre os dois clubes. É que o extremo chegou à Choupana englobado no negócio da transferência de Miguelito. Como os vila-condenses mantiveram 45% dos direitos da venda do actual jogador benfiquista, coube-lhes na altura uma verba de 400 mil euros e a participação equivalente (45%) no passe de Zé Rui.
Sendo assim, os juristas do RioAve entendem que o Nacional não podia cessar a relação contratual com o esquerdino sem um entendimento prévio com o co-proprietário do atleta, que podia passar por uma compensação financeira. O facto é que os vila-condenses até precisam de um extremo-esquerdo para compensar a saída de Fábio Coentrão, também ele para a Luz, razão pela qual este caso ainda pode dar pano para mangas.
Recorde-se que já na canalização dos montantes resultantes da venda de Miguelito o Rio Ave sentiu enormes dificuldades em entender-se com o presidente do Nacional, Rui Alves, em questões que estavam contratualmente previstas, como o pagamento do IVA. De resto, a cláusula de rescisão de Miguelito era de 1,5 milhões e o Rio Ave até consentiu que o acordo fosse fechado por menos dinheiro, de forma a viabilizar a transferência.

1 Comment:

borges disse...

O Presidente tem que abrir bem os olhos pois ja ficou provado que o presinte do Nacional não passa de um trapaceiro...