segunda-feira, novembro 13, 2006

Futsal: Ambiente conturbado valeu derrota em Gondomar

A situação do futsal sénior do Rio Ave continua tensa e a crise despoletada por um desentendimento entre o técnico João Ferreira e o vila-condense Hugo "Bacalhau" durante o jogo contra o Nogueirense parece que ainda não foi sanada. No passado sábado a equipa do Rio Ave deslocou-se a Gondomar, para disputar a sétima jornada, de onde saiu derrotada por 2-1 (segunda derrota consecutiva da temporada). O Rio Ave continua a ocupar o 3º lugar, com 13 pontos, mas viu os dois líderes, Lameirinhas e UTAD, consolidarem a sua liderança com 18 pontos cada após as vitórias alcançadas frente ao Mocidade d' Arrábida e Piratas de Creixomil, respectivamente. Na próxima jornada o Rio Ave recebe o Boticas.

Entretanto na edição de sábado do semanário "O Norte Desportivo", o correspondente para o futsal, Bruno Teixeira, desvendou um pouco do véu sobre este caso ao abordar directamente o técnico, o jogador e o seccionista Paulo Calhão. A peça pode ser lida na íntegra a partir daqui.

O essencial da "polémica"

"O Bacalhau ficou na equipa com o meu aval, sempre nos demos bem. Tem qualidades para ser um bom jogador, é pena que perca o Norte, talvez por andar mal aconselhado…”
João Ferreira, treinador
"Perto do intervalo, o treinador pediu mais calma ao adjunto quando este reclamava com um jogador que estava na quadra. Eu estava um pouco desanimado, depois de passar 14 minutos no banco, e desabafei que só comigo não tinham tanta calma. Não me davam moral. Perguntou-me se estava a falar dele, mandando-me calar em modos que me desagradaram, ao que respondi para falar doutra forma porque nem o meu pai falava assim comigo. Disse-me que, se calhar, o meu mal era esse, que não precisava de mim para nada e mandou-me tomar banho, o que não acatei, obviamente, porque me senti humilhado perante colegas e adeptos".

Bacalhau, jogador
“Para já, está suspenso, enquanto a Direcção vai decidir o que fazer”

Paulo Calhão, director responsável pelo futsal

7 Comments:

Moisés Cambola disse...

Não é agradável ver o nome do nosso Rio Ave na comunicação social por este motivos.
Os adversários estão fora do Rio Ave, não dentro!
A “teoria contingencial da motivação” de Victor Vroom que prevê um modelo de organização, quando as pessoas decidem exercer auto-controle para perseguir um determinado objetivo.
O nível de produtividade individual depende de forças básicas que actuam dentro do indivíduo: objetivos individuais e colectivos, a relação que o indivíduo entende entre produtividade e alcance de seus objectivos individuais ou colectivos.
Se me é permitido dava a sugestão á equipa técnica do Rio ave de ler sobre esta matéria.
Ao Hugo, aconselho calma ponderação, caracteristicas que ele possui, a não ser que tenha mudado muito... Ainda me lembro quando trabalhamos juntos, no Varzim...já vai um tempinho...
1 Abraço Hugo.
Em todo o caso não tomo partido por ninguém , a não ser pelo Rio Ave, que a direcção e os intervenientes encontrem uma solução que não ponha em causa os objectivos do Rio Ave.
Viva ao Rio Ave!

Anónimo disse...

Pois estás bem enganado...
O problema está dentro do Rio Ave,onde nunca deveria existir.

Digo mais...o cancro saiu,mas não por completo.
E o pior disso tudo...muito dificilmente de lá sairá.

Filipe disse...

Falavam do Paulo Amorim, e dos outros treinadores, que so queriam protagonismo, mas este não deve ser muito diferente, vi um jogo em casa, e a atitude deles nao era muito boa, nao so para o Hugo, mas para muitos dos jogadores!
O Rio ave tem uma excelente equipa,espero que subam! Mas com atitudes assim, vai ficar quase de certeza na 2ª divisão

Hugo Anjos disse...

Bem, quanto mais se remexe no "esterco" pior esta situação "cheira". Foi publicado um comunicado no sítio oficial do Rio Ave dando conta que a tal "crise interna" estaria ultrapassada. Pelos vistos, mentiram aos sócios. Assim, estamos a ir por um caminho muito mau. Nestas situações, a culpa nunca está somente de um lado, mas continuo a dizer que o estilo de liderança que foi aplicado esta época não me agrada. O futsal é uma modalidade semi-profissional, por isso este tipo de tensões não se resolvem com suspensões ou processos disciplinares que fazem parte do folclore do futebol profissional. Tente-se a reconciliação em nome dos superiores interesses do Rio Ave e, se isso não for possível, há que tomar decisões. É isso que espero dos responsáveis da secção. O clube não pode ficar refém dos maus humores de funcionários, sejam técnicos ou jogadores, que episodicamente nos representam.

PS: Mesmo no ano da subida foi uma palhaçada em torno das entradas e saídas de jogadores. Na época passada, descemos. Este ano, já começa a ser uma vergonha e temo que o objectivo de subida esta ameaçado. Já chega.

Anónimo disse...

Ninguém é mais do que ninguém...
E o Hugo Bacalhau tb não.
Devido á conivência dos directores que sempre deixaram o menino fazer tudo,perdoando-o de seguida é que estas coisas acontecem.

A modalidade é semi profissional,mas as pessoas que lá trabalham de certeza que gostam de ser respeitadas.

Por mim,esse jogador,nunca mais metia lá os pés...
Que vá para Espanha ou Inglaterra.Não é por ser bom jogador que pode fazer o quer.

Anónimo disse...

"....Devido á conivência dos directores que sempre deixaram o menino fazer tudo,perdoando-o de seguida é que estas coisas acontecem...." isto é o tipo de comentário de kem esta dentro do grupo com responsabilidades e nao tem coragem de assinar.

Ass: Hipocrita

andre_vedder disse...

muito bom blog pessoal...
continuem....

visitem tambem o:
www.futebolnatv.blogspot.com